terça-feira, fevereiro 21, 2012

Mais do que convicção da possível felicidade tenho sérias restrições à infelicidade. Reuni alguns pensamentos sobre o assunto e gostaria de compartilhar com vocês:

Persigo sempre a felicidade; dificilmente adaptar-me-ei à infelicidade;
Não me taxem de pretensioso, mas se a felicidade não é deste mundo, e se já vivi na alternância de outros, devo ter trazido na mala um pouquinho dela de lá;
Se eu não tiver a compreensão sobre os motivos de meus momentos infelizes, tão pouco entenderei a ufania de meus momentos felizes;
A maior certeza: A felicidade passa, necessária e inevitavelmente pela prática do bem;
Dependendo de minhas atitudes, na mais completa infelicidade poderei estar feliz;
Quando mensuro – quando meço! – os motivos de minha felicidade ou de minha infelicidade, chego à conclusão que todos eles são relativos…
Fazendo um trocadilho, estar feliz é uma grande felicidade; estar infeliz, além de salutar pode não ser tão mau;
Muitos palhaços – curto-os! – administram a sua infelicidade fazendo a felicidade e a alegria de seu público; e
Concluindo com um novo trocadilho, quando não estou feliz, procuro entender a feliz mensagem que essa infelicidade temporária deseja me transmitir.
É, meus amigos, o caminho da felicidade está nitidamente delineado. Não acreditem ser fácil; mas também não tenham a menor dúvida, pois, se “o homem é quase sempre o obreiro da sua própria infelicidade…” – questão 921 de O Livro dos Espíritos -, por que não poderá sê-lo de sua felicidade… E ainda neste mundo? Eu a estou perseguindo – ou campeando -, como diz o gaúcho!

(Verão de 20112).

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"Tenho amigos tão bonitos. Ninguém suspeita, mas sou uma pessoa muito rica."
Caio Fernando Abreu